O blogue "Diário de um sociólogo" foi seleccionado em 2007 e 2008 pelo júri do The Bobs da Deutsche Welle - concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs - como um dos dez melhores weblogs em português entre 559 concorrentes (2007) e um dos onze melhores entre 400 concorrentes (2008). Entrevista sobre o concurso de 2008 no UOL, AQUI.
Para todas aquelas e todos aqueles que visitarem este diário, os meus votos de um 2017 habitado pelo futuro, pela confiança, pela tranquilidade e pela saúde. Sintam-se bem e regressem sempre a este espaço criado a 18 de Abril de 2006. Abraço índico.
Myspace Layouts

26 junho 2017

Uma crónica semanal

Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (=abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. Confira na edição 1224 de 23/06/2017, aqui.

Um prisma sobre Moçambique

Um prisma sobre Moçambique através do mais recente número de um boletim editado por Joseph Hanlon, aqui.
Nota às 17:58 de 26/06/2017: por lapso o documento colocado no link acima estava errado. A emenda foi efectuada há momentos. As minhas desculpas.

25 junho 2017

Moçambique faz 42 anos hoje

Hoje, 25 de Junho de 2017, o nosso país faz 42 anos, pois nasceu a 25 de Junho de 1975. O aniversário do nosso jovem país não deve conjugar-se no presente do indicativo, mas no futuro. Tenhamos orgulho nele, tenhamos orgulho na nossa pátria sejam quais forem os problemas e os desencontros. E ao tê-lo e ao praticá-lo, ao orgulho, façamos nossas também as outras pátrias. Com as raízes aqui, sejamos a todo o momento a copa do mundo, frondosa e hospitaleira. Oiçam o hino nacional aqui. Finalmente, para aqueles que eventualmente por aqui passarem e hoje também façam anos, parabéns habitados pela saúde.

A síndrome do mylove [6]

Entre escárnio e resignação, passantes largam frases compensatórias: "Ali vão os bois! (em Xangaan: A ti homo!)". Há quem acrescente: "Para o matadouro! (A thomo tiya kudlayiwene)"
Número anterior aqui, número inaugural aqui. Escrevi no número anterior que responder à necessidade de transporte público requer que certas condições estejam reunidas para o bem-estar e  a segurança dos passageiros. Ora, pelo que os ourloves que circulam na cidade de Maputo mostram, essas condições não existem. Efectivamente, as pessoas são colocadas em carroçarias vazias, ensardinhadas não importa como nem quando. Como se gado fossem, tal como a imagem em epígrafe dualmente mostra. [foto reproduzida daqui]

Um prisma sobre Moçambique

Um prisma sobre Moçambique através do mais recente número de um boletim editado por Joseph Hanlon, aqui.

24 junho 2017

Uma coluna de ironia

Na última página do semanário "Savana" existe uma coluna de ironia - suave nuns casos, cáustica noutros - que se chama "À hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Segue-se um extracto reproduzido da edição 1224, de 23/06/2017, disponível na íntegra aqui.

23 junho 2017

Ensino: qualidade e assiduidade [9]

-"[...] a falta de aplicação das medidas correctivas aos professores faltosos, nos distritos, e a falta de controlo da assiduidade estão entre os factores que ditam o fraco aproveitamento escolar. [...] Quando ao absentismo dos alunos nas escolas, a fonte atribui a culpa aos pais e encarregados de educação que não olham à escola como uma prioridade para os seus educandos." Aqui.
-"[...] o absentismo dos alunos, nas zonas rurais, está ligado a aspectos culturais, como é o caso dos ritos de iniciação, onde as crianças são obrigadas a interromper as aulas para atender as obrigações." Aqui.
Número anterior aqui, número inaugural aquiSeja qual for o nível de ensino que consideremos (primário, secundário, técnico-profissional ou universitário), a primeira preocupação de qualquer Estado (e, especialmente, dos Estados que se confundem com os partidos políticos hegemónicos) é de natureza eminentemente política. Em que sentido? [foto reproduzida com a devida vénia daqui]

22 junho 2017

A síndrome do mylove [5]

Entre escárnio e resignação, passantes largam frases compensatórias: "Ali vão os bois! (em Xangaan: A ti homo!)". Há quem acrescente: "Para o matadouro! (A thomo tiya kudlayiwene)"
Número anterior aqui, número inaugural aqui. Escrevi no número anterior haver dois tipos de pessoas que acreditam na função social dos loves: as que não os usam e as que deles fazem uso diário. Função social em que sentido? No sentido de responder a uma necessidade, a do transporte público. Amplio, agora, o tema. Responder à necessidade de transporte público requer que certas condições estejam reunidas para o bem-estar e  a segurança dos passageiros. [foto reproduzida daqui]

21 junho 2017

Ensino: qualidade e assiduidade [8]

-"[...] a falta de aplicação das medidas correctivas aos professores faltosos, nos distritos, e a falta de controlo da assiduidade estão entre os factores que ditam o fraco aproveitamento escolar. [...] Quando ao absentismo dos alunos nas escolas, a fonte atribui a culpa aos pais e encarregados de educação que não olham à escola como uma prioridade para os seus educandos." Aqui.
-"[...] o absentismo dos alunos, nas zonas rurais, está ligado a aspectos culturais, como é o caso dos ritos de iniciação, onde as crianças são obrigadas a interromper as aulas para atender as obrigações." Aqui.
Número anterior aqui, número inaugural aquiEntão, se o ensino não é neutro, não é nada fácil definir qualidade. Se me permitirem, vou partir do princípio de que essa qualidade é poligonal e tem de ser aferida pelo menos a quatro níveis: politicamente, tecnicamente, socialmente e ludicamente. O que pretendo dizer com isso? [foto reproduzida com a devida vénia daqui]

20 junho 2017

Comunicado do CPMO do BM

Leia o mais recente comunicado do Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique, com data de ontem, aqui.

Uma página de ironia no Faísca

Existe no Faísca [jornal editado em Lichinga, capital provincial do Niassa] uma página de ironia - suave nuns casos, cáustica noutros - que se chama "Kucela" [em Yaawokucela significa amanhecer]. Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Ei-la, logo abaixo, reproduzida da edição 705 de 19/06/2017 consultável na íntegra aqui [amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato].